Sepultura – Machine Messiah

Todos conhecem Sepultura. É um dos monstros sagrados do trash/death metal.Eu adoro Sepultura, mas confesso que depois da saída do Max passei a não gostar tanto. Nunca fui muito fã da voz do Derrick Green. Com a saída do Igor os Sepultura fechou-se um ciclo. Os Sepultura já não são mais os mesmos. Mas apesar de não ser grande fã dos novos Sepultura… continuam no ativo e têm bons músicos, isso é inegável.

No presente mês (13 de janeiro) a banda lançou  um novo álbum, intitulado Machine Messiah…

Ainda não tive oportunidade de ouvir o álbum inteiro. aliás, ainda só ouvi duas músicas e não achei nada por aí além. A música Phantom Self está relativamente boa, e parece um regresso, de certa forma, aos tempos do Chaos AD e, principalmente, do Roots, e a instrumentalização com violinos (?) está interessante.

I Am the Enemy parece retomar um som mais hardcore, está interessante mas nunca será um hit da banda.

Isto, claro está, é apenas a minha opinião, a opinião de alguém que depois da saída do Max começou a dar mais importância a Soulfly e a Cavalera Conspiracy do que aos “novos” Sepultura. Não poso negar que ainda assim os Sepultura têm lançado albuns bem interessantes, mas o que posso fazer se eu não gosto muito da voz de Green?

Mas como negar que os Sepultura continuam a ter grandes músicos nas suas fileiras?

Portanto, meus amigos, não se deixem influenciar pela minha opinião, gostos não se discutem. Oiçam o álbum e se gostarem, tanto melhor, fico feliz.

Bom, mas quer se goste mais ou menos dos novos Sepultura, a verdade é que eles estão aí e desejo-lhes toda a sorte do mundo!!! Viva os Sepultura!

 

 

 

 

Hibria: Atitude e qualidade de uma pouco conhecida no Brasil.

Lá estava eu e a Sra. Chicletes Menta para mais um sagrado Porão do Rock, já é tradição pra nós mesmo esse ano onde o Porão teve poucas grandes atrações, das várias bandas que tocaram no Porão eu queria ver duas, o Planet Hemp e a banda gaúcha Hibria banda que eu conheço a pouco mais de 2 anos.

O show do Hibria começou (uma coisa boa do porão é que os shows não demoram muito pra começar, a diferença de tempo de um show pra outro é muito pequena) e meus amigos, que show FODÁSTICO!!! a banda manda muito bem mesmo e superou minhas expectativas mais otimistas.

Na parte instrumental (parte que eu entendo muito pouco rsrs) a banda é quase perfeita mas o que chama atenção mesmo e o desempenho do vocalista Iuri Sanson, o cara é muito carismático, tem uma presença de palco incrível e uma potência vocal fora de série que supera atualmente, na minha opinião, grandes vocalistas do metal nacional como André Matos e Arílio Netto (não fiquem bravos, é só minha opinião que não vale muita coisa) além de tudo os caras são humildes, tratam o público muito bem, essa humildade que mantém o Hibria com sua formação quase que  original coisa que mantém a essência da banda intacta.

Hibria conseguiu a incrível façanha de fazer um show bom por inteiro, não teve um minuto ruim no show dos caras, até nas músicas que eu não conhecia eu pulei e bati cabeça, a energia da banda é extremamente envolvente.

O ponto alto do show foi na musica Steel Lord on wheels música do primeiro álbum dos caras e provavelmente a mais famosa, depois fecharam com Tiger punch outro momento inesquecível desse show.

VALORIZEM O METAL NACIONAL!!! essa frase é bem clichê eu sei, mas shows como esse do Hibria me fazem pensar em como nós desvalorizamos nossas bandas que pagamos pau pra bandas de fora, só que as nossas bandas são tão boas quantos as de fora, vamos valorizar nosso movimento pra quem sabe um dia fazer com que o metal seja um dos principais estilos musicais do Brasil, talento pra isso nós temos de sobra.

E pra quem disse que esse seria um Porão do Rock ruim, só tenho a dizer que das 6 vezes que fui ao Porão essa foi a segunda melhor, e foi melhor inclusive que a edição do ano passado onde tocaram duas das minhas bandas favoritas (Angra e Raimundos) não percam a oportunidade de conhecerem um som novo, pois vale a pena e o ingresso do Porão é muito barato.

Russian Circles

Os Russian Circles são um trio instrumental de post-rock e post-metal, formados em 2004, em Chicago. Excelente banda para ouvir com calma e descontração. Uma espécie de “chill out metaleiro”!!!

Álbuns

  • Enter – 2006 (Flameshovel/ Vinyl on Sargent House)
  • Station – 2008 (Suicide Squeeze Records/ Vinyl on Sargent House)
  • Geneva – 2009 (Suicide Squeeze Records/ Vinyl on Sargent House)
  • Empros –  2011 (Sargent House)
  • Memorial – 2013 (Sargent House)
  • Guidance – 2016 (Sargent House)

EPs

  • Russian Circles EP – 2004 (Lançamento independente)

 

Sublinho que os Russian Circles tocam em Portugal, no RCA club (Alvalade) a 11 de março.

Enjoy: