Mulheres do rock/metal – Parte I

O Metal Madness inicia hoje um Dossier sobre as  “Mulheres do rock/metal.

Atenção, não serão contempladas posers do género Blondie, nem posers do pop rock…

No primeiro lugar da nossa lista, começamos com a primeira grande rockeira, Joan Jett. Aqui fica o hit “Bad Reputation”:

Em segundo lugar, destacamos as inconformadas L7, a turma da malta da pesada de Donita Sparks. O punk rock e o metal nunca mais foram os mesmos depois das L7.

Destaco que o som das L7 foi várias vezes considerado grunge, ou apenas punk rock, ou ainda punk metal, ou, mais tardiamente, metal. Mas como definir L7? É possível ver a evolução do punk para o metal ao longo dos anos: rock, metal, punk, grunge, punk rock, punk metal, crossover, está lá tudo!!! L7 é L7. Foram ainda, juntamente com as Hole, consideradas as expoente máximo do movimento “Riot Grrrl”!

L7:
Álbum: Bricks are Heavy

Álbum: Hungry for Stink

O dia em que Donita mostrou a sua XXX (no final da performance), isso mesmo, punk é isto, L7 é isto e muito mais:

L7 em 2000:

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4 thoughts on “Mulheres do rock/metal – Parte I

  1. A Joan é uma deusa… Grande Rockeira e uma assombro de mulher (na altura, agora já está um pouco fora do prazo)! :p Grande malha, impossível não cantar….

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  2. Quanto ás L7 não as conhecia mas ainda vou a tempo, é realmente uma mistura de grunge (a roçar as Hole) e o punk, não as considero metal (pelo que ouvi aqui) mas muito bom, principalmente ao vivo no programa com show de strip e tudo 😉 eheheheheh Thanks Mano

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  3. Sim, são mais punk, mas ao longo dos albuns começaram a ficar mais pesadas e são por alguns consideradas metal alternativo, se fores ao wikipedia estão descritas como metal alternativo e nos anos noventa eram presença frequente nas revistas de metal. Mas sim, concordo, são mais punk do que metal, ainda que para mim, o album Bricks are Heavy é metal, mas isso sou eu, a definição de metal é tão vasta que dá lugar a controvérsia. Na minha opinião é dificil rotular as L7, mas o punk é sem dúvida a nota predominante.
    Conheço L7 desde os meus 18 anos e o album Bricks are Heavy sempre foi o meu preferido, curiosamente quando conheci a Cláudia um dos primeiros albuns que lhe mostrei foi este e ela adorou. Ainda hoje de vez em quando ouvimos o album! Lá está, se fosse metal puro a cláudia não iria gostar, mas como tem punk… e não só… é um som muito próprio delas.
    Este ano as L7 foram ao Azkena e até hoje me arrependo de não ter feito uma loucura para as ir ver, foi mesmo pena este ano o bilhete de avião ter estado tão caro. mas ainda não perdi a esperança de as ver.

    abraço

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